Sou um poço de porquês

Às vezes me pergunto sobre os ‘porquês’. É mais fácil fazer perguntas do que elaborar respostas. Perguntas são sempre mais interessantes. Gosto de conversas regadas a perguntas. Um mundo se abre frente a elas. às vezes, dentro das próprias perguntas residem as danadas das respostas.

Porque eu não fui? Porque eu não falei? Porque eu não fiz? Porque você falou aquilo? Ou, porque você não falou? Porque tinha que ser assim, e não justamente assado? Porque tudo sempre parece sair ao contrário? Porque o medo existe? Porque as pessoas dizem uma coisa e fazem outra? Porque bonzinho só se fode? Porque faz frio hoje? Porque não existe o dia do Dia? Ou o dia das perguntas? Porque não existe o dia de alguma resposta? Ou, melhor, porque não existe o dia de todas as respostas. Porque a gente não esquece o que precisa ser esquecido? Porque eu estou aqui de questionando sabendo que é uma grande bobeira fazer perguntas em vão?

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